Sábado, 20 de Maio - Acordo às 8.30. Ainda sem perceber muito bem o que estou a fazer, levanto-me. Tomo um duche, escolho a roupa que mais me apetece vestir e tomo o pequeno almoço. Às 8.50 estou pronta para saír de casa. Volto atrás, esqueci-me dos livros - 8.52. Estou um bocado despenteada - 8.55. Toca o telefone: - Não desculpe, mas não estou interessada em nenhum produto para limpar o tecto de minha casa. (Na realidade estou-me mesmo nas tintas para se o tecto acumula pó ou não mas as regras de etiqueta impedem-me de ir straight to the point). 9.00. Parece que é desta que vou conseguir saír de casa (!). Às 9.30 chego ao instituto onde aprendo alemão. (Afinal sempre tenho a pontualidade britânica de que me ando sempre a gabar). Richtig/Falsch Übungen - 11.00. Hoje vai ser diferente. Sim, hoje estamos livres das Präpositionen e dos Konjunktiv II. Hoje vamos fazer uma visita turística pela cidade de Lisboa que é como quem diz uma Führung durch Lissabon. Em alemão, é claro... Subimos uma rua estreita. Parece que é para os lados do Bairro da Graça... Pelo menos é o que dizem... A primeira coisa que temos o "prazer" de vislumbrar são quatro pessoas a injectarem-se atrás de uma carrinha... Entreolhamo-nos e dizemos tudo sem dizermos nada... Adiante, Lisboa não é só isto... Subimos uma escadaria... Papéis de seringas... OK, adiante novamente... Próximo lance de escadas, um limão escondido numa cavidade num muro de pedra (curioso, cómico até, não fosse a finalidade daquele limão, ali escondido como se fosse uma jóia da coroa). Chegamos lá acima, tomamos um café - 12.10. É interessante observar as pessoas, os gestos, as palavras... Chegamos ao nosso Ziel - o Mosteiro de São Vincente de Fora. Bonito, sem dúvida. (Bem me parecia que nem só Daquilo vivia Lisboa). 12.45. Voltamos, pelas escadarias novamente. Uma senhora velhinha à janela, com um olhar vivido e um gesto cansado. Um sapateiro com um cãozinho minúsculo a guardar-lhe a entrada da loja. Um bando de miúdos a jogar à bola desconcentradamente concentrados em cada passe certeiro e incerto. Estamos de volta. 13.00. Foi diferente. Fui em busca das pequenas ruelas lisboetas... Trouxe comigo novas vivências, vi novos rostos, conheci novos olhares, observei novos gestos... Nem tudo o que vi foi agradável... Mas sem conhecermos o desagradável como podemos saber a essência daquilo que é agradável? É importante conhecermos novas coisas, que estão para além do nosso rotineiro e cansado dia a dia. É importante não nos cansarmos de viver, de conhecer, de descobrir. Acima de tudo, é importante não fechar os olhos e desistir...
Friday, May 26, 2006
Friday, May 19, 2006
What's your ideal pet?
| Your Ideal Pet is a Cat |
![]() |
Desta vez, um post realmente informal! Bem me parecia que adorava gatos! Só escusavam era de me ter chamado anti-social! São divertidos, estes testes...
Beijinhos a todos!
Sunday, May 14, 2006
Desabafos de um Momento...
Estou à beira de um ataque de nervos!!! Tenho tanta matéria para estudar que nem sei por onde começar... Queria escrever algo inspirado, sonhado, poético mas não tenho tempo para me inspirar, para sonhar e para poetizar... Queria escrever algo importante, interessante, fascinante mas é ambição a mais para quem não pode tirar os olhos de um texto que se repete, monótono, monocórdico e que parece não mais terminar... Queria ter tempo para imaginar, para pensar, para criar... Queria fazer isto tudo, sem saír do meu lugar... Queria fazer isto tudo com alma, com coração sem pensar em mais nada a não ser nas palavras que fluem sem cessar... Queria fazer isto tudo em comunhão com o verbo amar, amar as letras, amar as palavras, amar um texto que criei sem querer, na distracção de um sonho, na fugacidade de um olhar... Felizmente o tempo não acaba aqui, Felizmente há luar!!!
A propósito (não quero ser acusada de plágio lol), Felizmente há Luar é o título de uma conhecida peça de teatro de Luís de Sttau Monteiro, alegórica ao período do Estado Novo, visto que o tempo histórico (conspiração de 1817) não coincide com o tempo de escrita (ditadura salazarista). Foi só uma pequena nota, talvez em breve crie um post com uma reflexão sobre esta peça, que me pareceu interessante. E é sempre positivo escrever sobre teatro...
A propósito (não quero ser acusada de plágio lol), Felizmente há Luar é o título de uma conhecida peça de teatro de Luís de Sttau Monteiro, alegórica ao período do Estado Novo, visto que o tempo histórico (conspiração de 1817) não coincide com o tempo de escrita (ditadura salazarista). Foi só uma pequena nota, talvez em breve crie um post com uma reflexão sobre esta peça, que me pareceu interessante. E é sempre positivo escrever sobre teatro...
Wednesday, May 10, 2006
De volta à Blogosfera...
Enfim um momento em que posso dizer que não tenho nada para fazer... Já estava com saudades da blogosfera, de poder escrever sobre o que me apetece (no meu portátil novo!!! desculpem foi só um desabafo), de não ter de obedecer a regras e de conhecer o modo de pensar e de escrever de outras pessoas...
A verdade é que a primeira coisa que me passou pela cabeça quando percebi que tinha meia hora livre foi vir escrever um post (que por mais desinteressante que seja é uma óptima maneira de relaxar) e visitar os blogs onde costumo encontrar posts bastante interessantes.
Quanto a mim, uma das maiores vantagens da blogosfera é este ambiente informal - chegamos, surge-nos uma ideia, começamos a escrever e, palavra por palavra, acaba por saír algo que, por mais ridículo, idiota, lamechas, insignificante que nos possa parecer, é genuíno... Apesar de tudo, podemos dizer que fomos nós que criámos, é a nossa opinião ou é aquilo que sentíamos no momento... Mesmo que 3 minutos depois achemos o contrário, foi verdadeiro aquilo que escrevemos...
Outro ponto muito positivo é podermos escrever sobre uma imensidade de coisas, podermos expressar livremente as nossas ideias, pensamentos, sentimentos. E é mais fácil assim sem estar cara a cara com ninguém... A maioria de nós iria concerteza arranjar as 1001 máscaras e subterfúgios tão típicos do ser humano...
Há quem prefira expressar as suas opiniões em público... Há quem queira sangue suor e lágrimas numa troca de opiniões...
Eu prefiro assim, nas asas de um sonho escrever textos de opinião, de pura ficção, de meia ficção... Escrever sobre sonhos, sobre quimeras, sobre poesias... Escrever sobre tudo... E não escrever sobre nada...
A verdade é que a primeira coisa que me passou pela cabeça quando percebi que tinha meia hora livre foi vir escrever um post (que por mais desinteressante que seja é uma óptima maneira de relaxar) e visitar os blogs onde costumo encontrar posts bastante interessantes.
Quanto a mim, uma das maiores vantagens da blogosfera é este ambiente informal - chegamos, surge-nos uma ideia, começamos a escrever e, palavra por palavra, acaba por saír algo que, por mais ridículo, idiota, lamechas, insignificante que nos possa parecer, é genuíno... Apesar de tudo, podemos dizer que fomos nós que criámos, é a nossa opinião ou é aquilo que sentíamos no momento... Mesmo que 3 minutos depois achemos o contrário, foi verdadeiro aquilo que escrevemos...
Outro ponto muito positivo é podermos escrever sobre uma imensidade de coisas, podermos expressar livremente as nossas ideias, pensamentos, sentimentos. E é mais fácil assim sem estar cara a cara com ninguém... A maioria de nós iria concerteza arranjar as 1001 máscaras e subterfúgios tão típicos do ser humano...
Há quem prefira expressar as suas opiniões em público... Há quem queira sangue suor e lágrimas numa troca de opiniões...
Eu prefiro assim, nas asas de um sonho escrever textos de opinião, de pura ficção, de meia ficção... Escrever sobre sonhos, sobre quimeras, sobre poesias... Escrever sobre tudo... E não escrever sobre nada...
Tuesday, May 09, 2006
Livros e mais livros...
Aqui vai a resposta à tua pergunta, manuel! Estou rodeada de livros e papéis e coisas desse género a estudar para os testes desta semana... Estou ansiosa por publicar novos posts e vou fazê-lo assim que tiver um minuto de descanso... Beijinhos a todos!
Tuesday, April 18, 2006
Um pequeno grande estilhaço...
Cão
Cão passageiro, cão estrito
Cão rasteiro cor de luva amarela,
Apara lápis, fraldiqueiro,
Cão liquefeito, cão estafado
Cão de gravata pendente,
Cão de orelhas engomadas,
de remexido rabo ausente,
Cão ululante, cão coruscante,
Cão magro, tétrico, maldito,
a desfazer-se num ganido,
a refazer-se num latido,
cão disparado: cão aqui,
cão além, e sempre cão.
Cão marrado, preso por um fio de cheiro,
cão a esburgar o osso
essencial do dia a dia,
cão estouvado de alegria,
cão formal da poesia,
cão-soneto de ão-ão bem martelado,
cão moído de pancada
e condoído do dono,
cão: esfera do sono,
cão de pura invenção, cão pré fabricado,
cão-espelho, cão-cinzeiro, cão-botija,
cão de olhos que afligem,
cão problema...
Sai depressa, ó cão, deste poema!
Cão passageiro, cão estrito
Cão rasteiro cor de luva amarela,
Apara lápis, fraldiqueiro,
Cão liquefeito, cão estafado
Cão de gravata pendente,
Cão de orelhas engomadas,
de remexido rabo ausente,
Cão ululante, cão coruscante,
Cão magro, tétrico, maldito,
a desfazer-se num ganido,
a refazer-se num latido,
cão disparado: cão aqui,
cão além, e sempre cão.
Cão marrado, preso por um fio de cheiro,
cão a esburgar o osso
essencial do dia a dia,
cão estouvado de alegria,
cão formal da poesia,
cão-soneto de ão-ão bem martelado,
cão moído de pancada
e condoído do dono,
cão: esfera do sono,
cão de pura invenção, cão pré fabricado,
cão-espelho, cão-cinzeiro, cão-botija,
cão de olhos que afligem,
cão problema...
Sai depressa, ó cão, deste poema!
Alexandre O'Neill
Não sabia sobre o que escrever... Este post saíu de uma ideia vaga que me segredou que buscasse algo imanente à minha oscilante existência... Abri a porta do armário, peguei com uma convicção hesitante na caixinha das recordações... Estava pesada, cheia daquilo que me marcou durante a minha (ainda curta) jornada pela estrada da vida... Abri a caixa, olhei o interior, remexi nos meus estilhaços e encontrei este, que aos meus olhos brilhou como o mais puro diamante...
Um poema?! Diriam muitos, com desdém... Sim, um poema... Marcou-me, este poema, que me foi lido várias vezes, a par do tradicional "Dorme bem... Bons Sonhos...".
Porque é que me marcou? Não sei bem... Não, chega do cómodo "não sei"!!! Talvez simplesmente porque gosto de poesia? Talvez... Não, chega do conveniente talvez!!!
Marcou-me porque povoou a minha infância, marcou-me porque é de uma simplicidade deliciosa que expressa a complexidade de definir a essência de um ser, marcou-me porque é poesia e a poesia está em mim e está no tal cão do tal poema e está em tudo...
Marcou-me porque marcou, maldita seja a humana mania de querer por força arranjar explicação para tudo, não preciso do "não sei", não preciso do "talvez"... Marcou e pronto, tenho dito...
Sunday, April 16, 2006
A vida faz(ia)-lhe bem...
Francisco Adam é um promissor actor que iniciou carreira como modelo, tendo sido, mais tarde seleccionado no casting para Morangos com Açúcar. Tem 22 anos, é alegre e descontraído e encaixa-se perfeitamente numa das canções da banda sonora da novela. Efectivamente, "a vida faz-lhe bem" e o sonho que tem a realizar é vir a estrear-se no teatro.
Francisco Adam morreu ontem, às 4 da manhã, num cruzamento perto do campo de tiro de Alcochete na sequência de um despiste, para o qual as causas são ainda desconhecidas. Francisco era um promissor actor que não chegou a realizar o sonho de estrear-se no teatro.
Peço desculpa... Peço desculpa se com isto estarei a tornar o blog demasiado monocórdico, mórbido até... Peço desculpa se não falo aqui hoje dos grandes temas da actualidade emitindo opiniões relevantes... Para mim, o tema que foi notícia foi a morte do actor Francisco Adam, o irreverente e despreocupado Dino de Morangos com Açúcar... Fiquei triste, muito triste mesmo... Se o conhecia pessoalmente... Não, nunca o vi ao vivo sequer... Esta é aquela parte em que os leitores do post consideram estar perante uma viciada em novelas... Não, não sou... Gosto de ver algumas, confesso, mas isso não faz com que o meu mundo se centre neste tipo de programa... Por isso, arrisco-me a dizer que não é preciso ser-se uma soapaholic para lamentar a morte do Francisco... Porquê "do Francisco" e não "de Francisco"? Quanto a mim, bastava um episódio da série para perceber isso. Dino era (ou é) uma personagem que cria uma relação de proximidade com o público pela sua alegria de viver, traduzida pela canção "A vida faz-me bem" (Anjos). O mesmo, segundo consta, acontecia com Francisco Adam. A sua morte é uma grande perda. Uma grande perda, antes de mais, para a família... Uma grande perda para os espectadores da novela... E, por fim, uma enorme perda para a televisão e, quem sabe, para o teatro, que viu um promissor actor abandonar a vida antes de tempo...
Prometo que para a próxima escreverei sobre algo mais alegre, que vos faça sorrir. Na verdade, confesso que não há quem lide tão mal com a morte como eu. E esta é uma morte francamente injusta (há tanta gente que não merece nem sequer um segundo de vida, quanto mais uma vida inteira). É nestas alturas que questiono ainda mais a existência de Deus - o que andava ele a fazer enquanto, num mórbido cruzamento, morria Francisco Adam???
Thursday, April 06, 2006
Uma Curta Ausência...
Olá a todos! Estou a escrever este (mini) post para vos dizer que não vou poder actualizar o blog por uns dias porque vou fazer uma viagem ao estrangeiro. Assim, também não vou poder visitar os vossos blogs, mas assim que voltar prometo que vou comentar os novos posts!
Beijinhos
Friday, March 31, 2006
Gato que brincas na rua...
Gato que brincas na rua
Como se fosse na cama,
Invejo a sorte que é tua
Porque nem sorte se chama.
Bom servo das leis fatais
Que regem pedras e gentes,
Que tens instintos gerais
E sentes só o que sentes.
És feliz porque és assim,
Todo o nada que és é teu.
Eu vejo-me e estou sem mim,
Conheço-me e não sou eu.
Fernando Pessoa
Ia pela rua, pelo caminho tantas e tantas vezes caminhado até à escola e encontrei um gato. Um gato que me fazia lembrar algo, um gato que tinha significado, que não passava ali por acaso, que já se tinha cruzado comigo algures noutra vida ou noutra dimensão. Um gato que me fascinava, um gato que me fazia sonhar, um gato que estava tão perto e ao mesmo tempo tão longe, que caminhava como num altar em direcção ao céu, em direcção ao sol. Um gato que era o meu gato, que de meu nada tinha porque não estava na sua Natureza ter dono. Um gato que simbolizou o alcance de um sonho de menina, um gato que surgiu inesperadamente assustado e amedrontado, que me fascinou, que me fez sonhar, que me fez acreditar na vida,que me ensinou tanta coisa... E, também, que partiu... Partiu de uma forma dramática, de um modo que não esperava, partiu deixando um vazio que nada nem ninguém mais vai substituír... Partiu sem se despedir de mim - ingrato (?). Partiu porque mais não conseguia viver - coitado (?). Partiu e deixou-me perdida, desolada, angustiada, atormentada... Partiu... E nunca mais o vou ver... Gostaria de lhe ter dito o quanto gostava dele, gostaria de lhe ter pedido que não partisse, gostaria de ter implorado que não fosse tão cruel comigo... Mas estará para sempre dentro de mim, no meu pensamento, no meu coração, no meu ser. E nunca, nunca deixará de ser - o meu gato. Até sempre, meu grande grande amigo...
Como se fosse na cama,
Invejo a sorte que é tua
Porque nem sorte se chama.
Bom servo das leis fatais
Que regem pedras e gentes,
Que tens instintos gerais
E sentes só o que sentes.
És feliz porque és assim,
Todo o nada que és é teu.
Eu vejo-me e estou sem mim,
Conheço-me e não sou eu.
Fernando Pessoa
Ia pela rua, pelo caminho tantas e tantas vezes caminhado até à escola e encontrei um gato. Um gato que me fazia lembrar algo, um gato que tinha significado, que não passava ali por acaso, que já se tinha cruzado comigo algures noutra vida ou noutra dimensão. Um gato que me fascinava, um gato que me fazia sonhar, um gato que estava tão perto e ao mesmo tempo tão longe, que caminhava como num altar em direcção ao céu, em direcção ao sol. Um gato que era o meu gato, que de meu nada tinha porque não estava na sua Natureza ter dono. Um gato que simbolizou o alcance de um sonho de menina, um gato que surgiu inesperadamente assustado e amedrontado, que me fascinou, que me fez sonhar, que me fez acreditar na vida,que me ensinou tanta coisa... E, também, que partiu... Partiu de uma forma dramática, de um modo que não esperava, partiu deixando um vazio que nada nem ninguém mais vai substituír... Partiu sem se despedir de mim - ingrato (?). Partiu porque mais não conseguia viver - coitado (?). Partiu e deixou-me perdida, desolada, angustiada, atormentada... Partiu... E nunca mais o vou ver... Gostaria de lhe ter dito o quanto gostava dele, gostaria de lhe ter pedido que não partisse, gostaria de ter implorado que não fosse tão cruel comigo... Mas estará para sempre dentro de mim, no meu pensamento, no meu coração, no meu ser. E nunca, nunca deixará de ser - o meu gato. Até sempre, meu grande grande amigo...
Monday, March 27, 2006
Hoje é... Dia Mundial do Teatro...
Não ir ao teatro é como fazer a toilette sem espelho
É com enorme alegria que abro o post de hoje com uma citação de Arthur Schopenhauer sobre um dos temas que mais me fascina e me faz sonhar - o teatro. Resolvi fazê-lo não só porque hoje é Dia Mundial do Teatro mas também porque todos os dias, todas as horas, todos os minutos, todos os segundos são a ocasião certa para fazermos uma vénia ao teatro pelos momentos especiais que nos proporciona.
Porém, é importante lembrar que nem todas as pessoas gostam especialmente de ir ao teatro. Perguntam-me se é crime... Crime? Não... De facto não o é - não, não o é certamente - pois só temos a ganhar se formos ao teatro e, como é de senso comum, o crime não compensa...
Já uma ida ao teatro - difícil de encontrar algo tão compensador em termos pessoais e culturais - tem o poder de fascinar, fazer-nos sonhar, buscar quimeras... É um ambiente especial, é difícil negá-lo e é necessário que todos nós dediquemos um forte aplauso aos actores, encenadores, figurinistas e a todos os que tornam possível um bom espectáculo de teatro.
O que me entristece e revolta é não ter à vontade para brilhar em cima de um palco... E não é pela fama, é pelo sonho... Pelo sonho de poder ser 1001 pessoas, pelo fascínio de representar, pelo calor do público, pelo talento que espero ter lá no fundo... E, tão somente... pelo TEATRO...
Beijinhos a todos e, por favor, não deixem de ir ao Teatro...
Sunday, March 26, 2006
Que Surpresa!
Obrigada a todos por terem comentado o meu blog!!! Pensei que não ia ter nenhum comentário e afinal tinha cá 5 prendinhas! Sei que ainda não tenho quase nada no blog mas os vossos comentários de boas vindas encorajaram-me a continuar e a procurar o meu próprio estilo... Porém, antes de mais vou visitar os vossos blogs e deixar alguns comentários!
Obrigada a todos por me terem recebido tão bem no meu primeiro dia na blogosfera!
Beijos
Obrigada a todos por me terem recebido tão bem no meu primeiro dia na blogosfera!
Beijos
Thursday, March 23, 2006
O meu primeiro dia como blogger?!?!
Olá a todos! Hoje é o primeiro dia do meu blog!!! Ainda não sei bem como isto funciona, mas pelo menos já está criado... Agora só falta alguém vir fazer-me uma visitinha... Vou dar uma volta por outros blogs para me ambientar um bocadinho... Já cá volto...
Beijinhos
Beijinhos
Subscribe to:
Posts (Atom)
